Dicas sobre Artes e Cultura.
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Palácio das Artes
Aspectos da Ópera Italiana | Primeiro de março
Cine Humberto Mauro
A Fundação Clóvis Salgado apresenta dia 01 de março no Cine Humberto Mauro, às 10h, a palestra do premiado maestro italiano Maurizio Colasanti sobre os aspectos peculiares da dramaturgia da ópera italiana e as perspectivas gerais do mundo da ópera. A conferência é aberta a todos, mas certamente é um instrumento indispensável para aqueles que vivem no mundo da música clássica, e em particular, para aqueles que apreciam e trabalham no campo da ópera e do teatro musical.
Entre alguns dos compositores a serem abordados no evento são listados: Gioachino Rossini, Vincenzo Bellini, Gaetano Donizetti e Giuseppe Verdi. Serão abordados temas relacionados a determinados períodos históricos, com especial referência para a definição de conceitos dramáticos, mudanças no estilo de composição, a qual não é menos importante para o conteúdo do libretto do que a visão histórica.
Rossini completa a experiência de ópera cômica abandonando a comédia realista em favor de uma comédia absoluta, com toques de surrealismo moderno. Bellini abraça o gênero seriamente. Depois de Gioacchino Rossini, a distinção entre os gêneros desaparece gradualmente. Situações e personagens da comédia são cada vez mais integrados ao drama, na sequência da breve experiência de ópera semi-séria. Geralmente, no período pós-Rossini, o componente moralizador deixa espaço para o elemento lírico e nas obras de Vincenzo Bellini vê-se o triunfo da música, livre de qualquer retórica.
Já a obra de Gaetano Donizetti traz o direcionamento para o gosto romântico italiano, pleno de contrastes dramáticos, mas que também se caracteriza por incursões explícitas no realismo. Seguindo esta linha, mas com maior atenção para a representação direta ou metafórica da realidade histórica da Itália contemporânea, apresenta-se a figura de Giuseppe Verdi.
Serviço
Evento: Aspectos da Ópera Italiana com Maurizio Colasanti
Data: 01 de março
Horário: 10h
Local: Cine Humberto Mauro
Entrada franca
Duração: 2h
Informações: (31) 3236-7400
A partir de do dia 18 de fevereiro, o maior e mais importante acervo de arte oitocentista brasileira estará novamente aberto para visitação do público. A Galeria de Arte Brasileira do Século XIX, do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
A galeria havia sido fechada no início de 2008 para realização de reformas no espaço e restauração das pinturas e esculturas. Desde então, o acervo não era exibido. A Primeira Missa, de Victor Meirelles, é um dos destaques da galeria.
Obras que já compunham o acervo e também novas pinturas e esculturas, integradas à exposição pelo curador Pedro Xexéo podem ser vistas. Mais de uma centena de telas foram restauradas pela equipe de restauradores do Museu. Agora, a galeria apresenta 230 obras – 100 a mais do que em 2008, quando foi fechada.
A Galeria foi restaurada com recursos destinados pelo Ministério da Cultura e instituições como Petrobras, BNDES, Caixa e Itaú. O presidente do Instituto Brasileiro de Museus, O Museu Nacional de Belas Artes é um dos integrantes do Ibram/Ministério da Cultura.
Bandeirolas:
Estampavam as fotos dos santos João, Pedro e Antônio – com o tempo, as bandeirinhas foram diminuindo de tamanho e ganhando mais cores.
Fogueira:
Servia para purificar o local, protegendo dos maus espíritos.
Pau de sebo:
Ostentava as oferendas aos santos juninos.
Quadrilha:
Dança típica francesa, tinha o objetivo de agradecer as boas colheitas.
As sementes de mamão devem ser evitadas por pessoas que sofrem de diárreia crônica ou colite, pois pioram os distúrbios. Para as demais pessoas não faz mal algum. Tanto que na medicina popular são usadas como vermífogo, após serem trituradas.
Já o mamão melhora todo o trato intestinal.
Experiência feitas nos EUA mostraram que os cocos verdes contêm as mesmas propriedades ou propriedades semelhantes às do leite materno.
Para quem mora no Hawai isso não é novidade, pois as mães havaianas estão acostumadas a alimentar seus rebentos com leite de coco em substituição ao leite comum há mais de dois séculos. Vale lembrar que o leite materno ainda é a melhor opção para alimentar o nenê nos primeiros meses de vida.